domingo, 13 de junho de 2021

terça-feira, 20 de abril de 2021

Serra do Funil, MG

Serra do Funil, MG.

Por Leonardo Carmo

16/04/2021

Leonardo Carmo e Carina Melazzi

Local: Serra do Funil, Minas Gerais, Brasil.

Há um bom tempo que eu já vinha pesquisando sobre a Serra do Funil, em Minas Gerais, mas como eu estava na transição de um carro 4x2 para uma 4x4, resolvi esperar o momento certo para cortar a Serra com o carro devidamente apropriado.


A Serra do Funil fica localizada na cidade de Rio Preto, sul de Minas Gerais. A Serra recebe este nome por conta de um sumidouro que se forma no rio próximo à vila do Funil. O rio vem descendo em seu curso normal até encontrar uma barreira natural e a forma que a natureza encontrou para fazer com que o curso seguisse, foi abrir um buraco para a água passar e brotar lá na frente novamente. Assim, o funil se apresenta.

Saímos de Niterói numa sexta-feira de manhã bem cedo. Ainda era madrugada. Apesar de ser relativamente perto, cerca de 200 km, a viagem dura aproximadamente 4h. Como a velocidade de cruzeira de Marruá (nome do novo PitMóvel 4x4) é de 80 Km, explica a duração um pouco mais longa. Como a nossa intenção não é correr e sim nos divertir pelas estradas de terra mundo afora, não nos preocupamos se vamos levar 30 minutos a mais ou a menos pra chegar no destino.

O nosso ponto base n Serra do Funil foi o Rancho Pé de Serra. Esse rancho tem uma área de camping bem bacana e um restaurante com uma comida bem gostosa. A gente estava procurando um lugar bem sossegado e parece que escolhemos o lugar certo. A área de camping é rodeada por um riozinho onde da pra curtir um banho de água gelada e ficar pegando um sol enquanto as galinhas ciscam tranquilamente ao redor da barraca.


No primeiro dia, depois de montar acampamento, resolvemos partir em busca da Cachoeira da Caveira. Essa cachoeira vista de longe, lembra o rosto de uma caveira. Não precisa fazer uso de substância alucinógena pra poder ver não rsrs, realmente lembra muito o rosto de uma caveira. Ela fica dentro de uma propriedade particular. É preciso pedir autorização pra pode entrar. Ida e volta da aproximadamente 7 Km. Link wikiloc: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/spatialArtifacts.do?event=setCurrentSpatialArtifact&id=70986503


No segundo dia, resolvemos ir até a Cachoeira da Água Vermelha. Lá não tem placa indicando coisa alguma. Ou você pega informação com os locais ou tenta achar um GPX pro GPS. Eu tinha conseguido um GPX de um circuito que um cara fez e seguimos por ele. Pegamos o carro e fomos até um ponto. De lá, seguimos a pé varando mato. O mato estava alto e molhado. Continuamos subindo abrindo caminho na raça até que em um determinado ponto achamos que era melhor voltar e tentar um outro caminho. O problema era que se a gente continuasse, a gente teria que voltar pelo mesmo caminho varando mato novamente. Não tivemos escolha... varamos mato novamente. Pegamos o caro e decidimos ir pelo outro lado seguindo um outro GPX. Depois de fazer nova investida, encontramos um coroinha simpático que confirmou que estávamos no caminho certo. como estávamos de 4x4, conseguimos subir até o final da estradinha e dali pra frente foi andar aproximadamente 2 km até chegar à cachoeira.


Depois de curtir a água gelada e um visual lindo, resolvemos passar na Vila do Funil pra conhecer a Gruta do Funil. Dentro dessa gruta tem uma simpática e rústica igrejinha. Depois da missão do dia, voltamos pro acampamento pra beber uma cerveja e preparar uma jantinha merecida.

Link wikiloc da nossa investida: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/spatialArtifacts.do?event=setCurrentSpatialArtifact&id=70986675

obs.: quem for seguir esse tracklog, não seguir o trecho mais curto. Seguir do ponto verde até o ponto vermelho.

Link wikiloc para a gruta: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/spatialArtifacts.do?event=setCurrentSpatialArtifact&id=70986527

No terceiro e último dia, nos despedimos do Rancho Pé de Serra de manhã cedo e partimos pra conhecer o Sumidouro do Funil, pois apesar de passarmos perto no dia anterior, acabamos não indo. Esse sumidouro se forma no rio próximo à vila do Funil. O rio vem descendo em seu curso normal até encontrar uma barreira natural e a forma que a natureza encontrou para fazer com que o curso seguisse, foi abrir um buraco para a água passar e brotar lá na frente novamente. Assim, o funil se apresenta. Confesso que nunca tinha visto isso.

Link do wikiloc: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/spatialArtifacts.do?event=setCurrentSpatialArtifact&id=70986564

Depois, partimos para fazer a trilha da Cachoeira Água Amarela. Antes, passamos na Toca do Coelho para conhecer umas cachoeiras que ficam dentro do rancho. Aproveitamos para encomendar um almoço.

Em seguida, partimos para a Cachoeira Água Amarela. A entrada da trilha também não tem marcação. Tem que pular uma cerca, seguir por caminho de boi até chegar na trilha. Pra quem não tem experiência em navegação, é recomendável contratar um guia local. Na Vila do Funil e na Toca do Coelho é possível encontrar um guia.

A trilha é relativamente tranquila pra quem está preparado e tem experiência. Poucas bifurcações. Só ficar atento na hora que tem que pegar uma descida íngreme para chegar na base da cachoeira.

Antes desse ponto de descida íngreme, tem um poço à direita bem maneiro para tomar um banho.

Link do wikiloc: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/spatialArtifacts.do?event=setCurrentSpatialArtifact&id=70986592

Assim foi a nossa experiência na Serra do Funil. Tem bastante coisa pra fazer por lá ainda. Algum dia a gente vai voltar pra continuar a explorar a região.

Links úteis:

Wikiloc: leo.carmo1

Fotos Instagram: @leo.carmo1 @pitbullaventura

Rancho Pé de Serra: 32 8404-6473

Valor do camping R$ 20,00
Valor da refeição R$ 25,00

Toca do Coelho: @tocadocoelhofunil.cachoeiras

Valor da refeição R$ 20,00

Consulte os valores antes de ir, pois eles podem sofrer alterações.


















terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Cachoeiras de Macacu e seus encantos

Cachoeiras de Macacu e seus encantos

Por Leonardo Carmo

30/01/2021

Local: Santa Fé, Cachoeiras de Macacu, RJ

Desde muito tempo que frequento a região de Cachoeiras de Macacu. Conheço vários poços e cachoeiras, além das trilhas e montanhas e sempre que posso, estou por lá.

Com uma semana batendo recorde de calor aqui em Niterói, resolvemos fugir das altas temperaturas e da aglomeração. Afinal, estamos em época de pandemia.

Depois de tudo combinado, pegamos a estrada.  

Nosso destino foi Santa Fé, um lugarejo em Cachoeiras de Macacu. Na verdade nem chega a ser um lugarejo, apenas alguns sítios na região.

Pra chegar em Santa Fé, tem que seguir o caminho pra Pedra do Colégio e seguir até o final da estrada. Dependendo da época, não da pra ir com carro normal.

Pra evitar a ida de curiosos nessa região, decidi não detalhar o caminho. Quem tiver interesse, é só entrar em contato que passo as orientações. Vou deixar os contatos no final da postagem.

Como eu já tinha ido lá uma semana antes, já sabia que a estrada estava complicada, mas como Leandro (meu irmão) foi com o 4x4, deixei o meu carro lá no início e seguimos no dele. Andamos aproximadamente 16 km na caçamba comendo poeira.

A estrada acabada numa ponte onde só passa à pé. De lá fomos direto pro poço da Captação ou poço do Mapa do Brasil. Andamos aproximadamente 2 km até esse poço. A trilha é tranquila, porém em dias chuvosos fica um pouco escorregadia. O poço tem dois nomes. Poço da captação, pois lá é feita a captação de água pra região de Boa Vista e arredores e poço Mapa do Brasil, pois o fundo em pedra faz o formato do mapa do Brasil. Lá ainda tem uma queda que da pra descer escorregando.

A água estava numa temperatura excelente e foi só curtir o dia. João e Alice (meus sobrinhos) se esbaldaram naquela água transparente e refrescante. Foi difícil na hora de ir embora, pois eles não queriam sair de lá rsrs.

Depois de curtir o lugar descendo várias vezes no tobogã natural, fomos para outro poço e lá fizemos um lanche e demos mais alguns mergulhos.

De lá, ainda seguimos para outra cachoeira. 






A região é rica em poços, cachoeiras e trilhas.

Fique atento à condição climática para evitar acidentes em cachoeiras

Não alimente animais silvestres nem os capture

Procure andar em silêncio para não espantar a fauna local

Traga sempre o seu lixo de volta

Vamos cuidar da natureza, pois fazemos parte dela!








Contatos: 

Whatsapp 21 99796-0339
Instagram @leo.carmo1 / @pitbullaventura
Wikiloc leo.carmo1


sábado, 7 de novembro de 2020

Conquista Via Guela Seca

Conquista da Via Guela Seca -  3 IIIsup E1/E2 D1 150m

Setor Vale da Serrinha, Parque Estadual da Serra da Tiririca, Niterói-RJ.

Ary Carlos, Leonardo Carmo e Ivison Rubim.

Setor Vale da Serrinha. Para chegar na base, basta seguir pro setor das Vias Golpe do Cartão, Dois dias de sol, De Olho nas Vizinhas, O Mistérios do Arranha Gato etc. A base fica ao lado esquerdo da Via CNM 15 Anos.

Pra quem for de carro, sugiro estacionar na rua atrás do posto que fica logo no início da subida.

Fizemos a primeira investida (Leonardo e Ary) no dia 11/09/2020. O dia estava super quente. Conseguimos umas chapeletas com o Leandro. Eu pensava que ele tinha doado, mas descobri que ele tinha "vendido" pra gente, mas como ele não falou nada na hora, levou um calote.

Nessa primeira investida fizemos a primeira enfiada de 60 metros. Duplicamos a parada e intermediamos a descida pra um eventual rapel. Utilizamos chapeleta simples Bonier PinGo.

Nessa primeira enfiada fica o crux, um IIIsup. O lance tá protegido, porém se entrar errado, complica um pouco.

Por conta do sol forte e falta de chapeleta, encerramos ali a nossa primeira investida.

No dia 22/10/2020, fomos fazer a nossa segunda investida. Dessa vez com chapeletas próprias. O Ary tinha comprado. Convidamos o Ivison Rubim para essa segunda etapa.

Subimos até a P1 e de lá começamos a procurar uma linha. A pedra tinha perdido inclinação e era andar tranquilamente pelas pedras soltas. Muitas pedras soltas nesse trecho. Depois de 30 metros, a parede voltou a ter inclinação e ali fizemos a P2. Dali pra frente achamos uma linha que rendeu um 3º grau e assim fomos até finalizar a P3 com mais 60 metros.

obs.: a via termina num lance tranquilo. Dali pra frente é pegar uma trilha auxiliar, a mesma da CNM 15 anos, e sair na trilha principal do Alto Mourão. São aproximadamente 110 metros.

O calor já tava intenso e a goela já estava seca querendo uma gelada . Como a trilha do Alto Mourão estava interditada por conta das restrições, tivemos que rapelar. 

Já de volta à base da via, na hora de tirar os equipamentos da mochila, a marreta cai no dedo do Ary. Acho que até hoje a unha dele continua preta.

Depois de pegar a trilha de volta, fomos em busca da gelada. Afinal, a goela estava mais seca do que nunca. Nossa primeira opção pra resolver o problema após as escaladas nesse setor, é o bar Guela Seca. Só que por conta das restrições, o bar não abre dia de semana. Partimos então pra nossa segunda opção: Quiosque do bolinho de peixe em Itacoatiara. Também por conta das restrições estava fechado e só abriria às 16h. Não dava pra esperar mais 30 minutos rsrs Partimos pra nossa terceira opção: Quiosque na beira da laguna de Itaipu. Esse estava aberto e lá molhamos a goela e fizemos a hidratação. 







terça-feira, 6 de outubro de 2020

Giro pelo PARNIT: Santo Inácio e Temiminó

Por Leandro do Carmo

Giro pelo PARNIT: Santo Inácio e Temiminó
Local: PARNIT
Data: 07/06/2020
Participantes: Leandro do Carmo, Blanco P. Blanco, Tatiana Arenaz, Ary Carlos e Taffarel Ramos

Aproveitando a chance de mais um dia de caminhada nessa quarentena, aproveitei para dar uma volta mais completa no Parque da Cidade. Marcamos cedo, assim teríamos mais tempo para aproveitar. Nosso ponto de encontro foi o Posto da Guarda Ambiental. Dali, seguimos andando até a entrada da Trilha do Santo Inácio. Chegando lá, percebi que o totem de madeira onde ficavam as placas de sinalização estava quebrado. Ainda procurei em volta, para ver se o vândalo havia deixado por ali, mas nem sinal dela.

Entrei na trilha por último. O início estava bem limpo,  nada pelo caminho. Subi rápido e logo encontrei com pessoal. Fomos conversando e o caminho passou que nem percebi. Em pouco tempo estávamos na subida final. Mais alguns metros e estávamos no cume. Só nosso! Bebemos uma água e fizemos uma pequena pausa para recarregar as baterias.

Após a pausa, seguimos descendo todo o caminho. Nosso próximo objetivo era chegar à Trilha dos Platôs. A volta foi rápida e em pouco tempo já estávamos caminhando em direção à primeiro platô. O sol apareceu com força, cobrando um preço. Subimos conversando e assim o caminho também passou que nem percebemos. Demos uma volta pelos platôs e seguimos de volta sem demorar muito. Passamos pelas ruínas de uma antiga casa e fomos direto para Trilha Colonial.

Esse trecho é bem tranquilo, sendo descida até a Ponte de Pedra, um dos grandes atrativos do parque. Aproveitamos para apresenta-la aos que não conheciam. Dali, continuamos nossa caminhada, seguindo para completar o Circuito Temiminó, trilha que tive o prazer abrir há um tempo atrás. Segui caminho numa leve subida, agora num ritmo mais ameno, afinal de contas a falta de ritmo afeta o desempenho.

Chegamos ao Mirante das Orquídeas, onde temos uma bela vista de parte da Região Oceânica da cidade. Continuamos nossa caminhada serpenteando entre a densa floresta. Como estamos relativamente perto das casas, o barulho também é grande. Passamos um trecho da caminhada ouvindo um alto falante anunciando a venda de “ovos fresquinhos". Tirando esse pequeno problema, a caminhada transcorria tranquila e sem contratempos.

Depois de um pequeno trecho íngreme, chegamos a parte que considero a mais bonita da caminhada. Havíamos chegado na grande rocha que forma uma espécie de túnel com grandes raízes, parecidas com cipó. Dali, fomos descendo e começamos a subir novamente, agora bem colado à rocha. Seguimos  ao trecho de corda fixa onde tem uma mangueira de incêndio, que serve de apoio na descida escorregadia.

Passado esse trecho, descemos até encontrar o trecho onde retornaríamos andando até a estradinha de terra de acesso ao sítio Aldeia. Dali, seguimos andando até chegarmos novamente ao Posto da Guarda Ambiental e fecharmos o giro pelo PARNIT. Ainda ficamos um bom tempo nos recuperando. O que a falta de ritmo faz...



Mirante do último platô

Mirante do primeira platô

Um dos mirantes da Temiminó

Interessante passagem no Circuito Temiminó



quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Conquista da Via CNM 15

Por Leandro do Carmo e Marcelo Correa

Conquista da via CNM 15 - 3° IV Sup E1/E2 D1 200m

Em homenagem aos 15 anos do Clube Niteroiense de Montanhismo.

Setor Vale da Serrinha, PESET, Itaipu, Niterói.

Conquistadores: Marcelo Corrêa, Leandro do Carmo, Luis Augusto Avellar, Eny Hertz e Ivison Rubim.

Datas: 15/02, 07 e 08/03/2020

Material: 7 costuras, sendo 2 longas (120 cm), e corda de 60 m.

Acesso: a trilha inicia na Estrada da Serrinha 100mts depois da placa com a proibição jogar lixo, para quem sobe. Passa pelas bases das vias Didática, Golpe do Cartão/ Dois Dias de Sol, Variante Levadas da Breca e De Olho nas Vizinhas, segue uma trilha por 300mts até a pedra voltar a "deitar".
Saída: por rapel a partir da 4a parada ou saída a partir da 5a parada, caminhando por 70mts de costão e 30 mts de trilha até a trilha do Alto Mourão.

Proteções: Chapeletas pingo e dupla da Bonier, com parabolts Âncora e Walsywa.


Imaginamos a linha da via em torno desta mancha preta de descida de água, pois vendo a parede de longe percebemos que ela se estende até o mais próximo da vegetação que recobre a parte alta do morro. Quando chegamos na base, chamou-me a atenção uma pequena canaleta em V no meio da parede. O lance da esquerda para a direita, entre a 3a e a 4a chapeleta, antes de subir a canaleta em V, ficou bem interessante. Quando subi essa primeira canaleta, vi uma extenso grupo de cactos que impedia seguir reto e desviei para a direita até um grande platô, antes da segunda canaleta







Primeira investida no dia 15/02, Marcelo Correia conquistou o primeiro esticão, aproximadamente 30 metros. O Leandro Do Carmo aparece no alto conquistando o segundo esticão e indo em direção ao lance que é o crux da via. Eny Hertz Bittencourt subindo o primeiro esticão, com Ivison aguardando na base, eu e Luis Avellar na primeira parada. Na segunda investida, a Eny intermediou este lance que ela está fazendo colocando uma chapeleta à direita de onde ela está na foto. Essa chapeleta pode ser vista na foto anterior.







O crux é a saída da canaleta, com agarras de mão em pequenos frisos e um pé em em aderência ou alto e longe. O Leandro Do Carmo apontou que o lance seguinte também é delicado, tem um bom apoio para o pé à direita, porém escaladores mais baixos têm que fazer um movimento dinâmico para segurar em um friso no alto, ou com apoios para os pés um pouquinho mais altos em pequenos frisos. A subida para alcançar a canaleta, se for feito mais à direita, também ficou um lance interessante de aderência, ou com um leve movimento dinâmico,. Imaginávamos subir reto em aderência, em vez de seguir pela canaleta, mas seria em uma linha de descida de água muito suja.




Na segunda investida, o Luis fez um ajuste na proteção do crux, que foi conquistado pelo Leandro Do Carmo e instalou uma chapeleta acima, na parede após o friso, para proteger uma possível queda de participante, evitando um pêndulo que seria gigantesco.













Trecho bem fácil entre a 2a e a 3a parada. Conquistei os primeiros 30 metros, colocando uma chapeleta a uns 20 metros da parada no alto deste dique em curva e outra 8 metros acima. O Leandro Do Carmo tocou os outros 30 metros direto. onde paramos, fazendo a 3a parada dupla. Na segunda investida, intermediamos este trecho que o Leandro Do Carmo conquistou e o Ivison Rubim duplicou a segunda chapeleta que eu havia batido, fazendo uma parada dupla para rapel. Por fim, com duas cordas de 60mts, pode-se fazer o rapel da 4a parada até esta parada intermediária e depois desta até a primeira parada dupla, restando somente um rapel de 30 metros para finalizar a descida.




O Marcelo conquistou este trecho entre a 3a e a 4a parada na segunda investida. "No dia anterior, tive um dia cheio com viagem, 4 apresentações e duas reuniões, sendo uma delas bem estressante. Assim, dormi muito pouco. Isto me afetou física e psicologicamente. Assim, coloquei três proteções entre as paradas, quando tínhamos previsto só duas, e elas ficaram exatamente em passadas de lances que me pareceram um pouco mais delicados, mas que na verdade são fáceis".









Com Luis Augusto Avellar, na última investida no dia 08/03, para avaliação, alteração de duas proteções e retirada de pedras. Por fim, avançamos por mais 55 metros, a partir da 4a parada, que seria a última, e conseguimos uma saída por costão e trilha, conectando com a trilha do Alto Mourão. Menor impacto e menores riscos.











Na segunda investida, dia 07/03, quando alcançamos a 4a parada, e fizemos intermediações nos três primeiros esticões, que foram conquistados no dia 15/02.















Croqui



Mais algumas fotos