terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Conquista da Via Aposentado e de Folga - Jurujuba

Por Leandro do Carmo

Via Aposentado e de Folga - V E1 30m

Local: Jurujuba

Como chegar: Seguindo em direção  à Fortaleza de Santa Cruz, a via fica bem em frente à descida da praia de Adão. Os grampos são bem visíveis.

Link da localização da base da via: https://goo.gl/maps/zy9AMQN747dVWAa1A

A via: É uma via curta com o crux bem na saída, entre o primeiro e o segundo grampo. A partir daí, segue bem tranquila até uma parada dupla. Não é tão alto, mas o visual é fantástico. Como estava de folga no trabalho e o Velhinho aposentado.... Acabou ficando Aposentado e de Folga!

OBS: Possibilidade de novas conquistas no local.




Vídeo do dia da Conquista da Via Aposentado e de Folga





Croqui da Via Aposentado e de Folga


Via Aposentado e de Folga

Mais fotos da conquista da Via Aposentado e de Folga


Via Aposentado e de Folga

Via Aposentado e de Folga

Via Aposentado e de Folga

Via Aposentado e de Folga

Via Aposentado e de Folga

Via Aposentado e de Folga

Via Aposentado e de Folga

Via Aposentado e de Folga





segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Conquista da Via Não tem Nome - Santo Inácio

Por Leandro do Carmo

Conquista da Via Não tem Nome - IV 5º E2/E1 90m

Mais uma conquista em Niterói. A via Não tem Nome, fica localizada num cume secundário do Santo Inácio. Foram três investidas para conquistar seus quase 90 metros. A via começa numa canaleta bem vertical, com a primeira proteção relativamente alta, onde temos o crux da via. Os lances iniciais são bem verticais bem delicados. Muitas agarras ainda por quebrar. A via segue bem protegida até a primeira parada. A partir daí, vai ficando mais positiva até chegar ao cume.

Acesso: o acesso à via fica na trilha do Santo Inácio. Seguindo pela trilha do Santo Inácio, já perto do ataque final ao cume, você chegará a uma cerca que fica a sua direita, mais a frente, pegue a primeira saída à esquerda e siga por ela. Mais a frente, chegará a uma curva bem acentuada. A saída para trilha fica nesse ponto. Segue descendo até cruzar um talvegue e começar a subir novamente. Seguir para a esquerda até uma grande rocha, onde descerá encostado até contorná-la por baixo para a direita, voltando a subir novamente. Nesse ponto já poderá ver a parede a sua esquerda. Seguir até ela e descer contornando com a rocha a sua direita até a base da via.



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Croqui da Via Não tem Nome



Relato da Conquista da Via Não tem Nome

1ª Investida

Data: 23/04/2014
Participantes: Leandro do Carmo, Alex Figueiredo, Vinícius Araújo e Ary Carlos

O Alex Figueiredo havia descoberto o local há muito tempo atrás e havia falado sobre ele. Isso ficou guardado durante um tempo, até que decidimos conferir. Marcamos cedo. A ideia era chegar até a base e ver o que daria para fazer. Chegar até a base foi difícil. Não havíamos conseguido achar as fitas que havíamos colocado em outra oportunidade, mas como sabia para onde ir, seguimos assim mesmo. Até que chegamos mais rápido do que imaginávamos.

Na base, começamos a olhar e prestar atenção se não haveria alguma conquista no local. Eu jurava que havia um grampo mais acima. Mas quando o Ary chegou lá e passou a mão, tivemos a certeza que não era um grampo e sim um galho retorcido. Com a certeza de que não havia nada no local, fomos ver o melhor caminho a ser feito. A primeira opção seria pelo diedro, mas tinha muita vegetação na base dele. Resolvemos segui por outra linha, seguindo para direita dele.

O Ary e o Vinícius bateram o primeiro grampo logo acima da canaleta. Não ficou muito bem batido, mas o suficiente para darmos continuidade à conquista. Subiram e colocaram o segundo que entrou na força. Optamos por não continuar. Parece que a broca estava mais fina que o de costume. Como era de uma marca que ainda não havia usado, pode ter dado alguma diferença. Tentaremos numa outra oportunidade.

2ª Investida

Data: 02/11/2016
Participantes: Leandro do Carmo e Vinícius Araújo

Já havia bastante tempo desde a primeira investida. O Vinícius me mandou uma mensagem perguntando o que eu achava de continuar aquela conquista no Parque da Cidade. Como o local foi encontrado pelo Alex, dei uma ligada pra ele antes. Como ele não podia ir, fomos eu e Vinícius.

O dia estava quente. Mas era calor de verdade, próximo dos 40°C. Marcamos numa hora nada convencional... 11:00h. Bom, o lado positivo era que não precisávamos acordar cedo e que todo o acesso, apesar de difícil, seria feito sem a incidência do sol. Marcamos de nos encontrar no Posto da Guarda Ambiental do Parque da Cidade e de lá seguimos para a trilha do Santo Inácio. O início do caminho eu lembrava bem, mas o resto. E assim seguimos andando. O terreno vai ficando bastante instável em alguns trechos e numa dessas passagens delicadas, o Vinícius escorregou e cortou o dedo e o joelho. Sangrou bastante. Pensamos em voltar, mas depois de lavar, o sangramento estancou, o que nos fez seguir caminho.

Depois de algumas voltas, consegui avistar o local, o que facilitou um pouco achar a base da via. Chegando lá, demos uma parada para descansar e nos refrescar, antes de iniciar a conquista. O calor estava forte. Comecei a subida e fazer o lance inicial não foi fácil... A saída ficou bem forte e com o primeiro grampo um pouco alto. Chegando nele, parti para o segundo, agora mais fácil. O suor já começava a escorrer. Reboquei o equipamento de conquista e dali comecei a subir com o peso.

Fazer esse lance foi difícil. Tentei algumas vezes e voltava. Algumas agarras quebraram o que deu uma baixada no psicológico. Mas firmei e subi até ficar numa boa posição, onde bati o terceiro grampo da via. Dei uma rápida descansada e parti para o próximo. Mais um lance delicado. O calor estava ficando insuportável. O peso do equipamento dificultava bastante. Aquela rocha quebradiça aumentava a tensão. Tentei algumas vezes e já quase desistindo, resolvi chegar um pouco mais para a direita e subir. Prendi a respiração e subi. Na primeira oportunidade, me equilibrei e coloquei o quarto grampo...

A partir daí a parede perdia um pouco da inclinação, mas ainda estava bem vertical. Com boas agarras, subi e bati mais um grampo. Exausto, resolvi descer e dar por encerrado o dia. Na hora de voltar, já estava sem água e para tentar ganhar tempo, resolvi subir por uma calha bem íngreme. No começo até que foi tranquilo, mas ela foi ficando íngreme e com o terreno bem instável. Chegou num ponto que não conseguia mais subir nem descer. Fiquei apoiado num arbusto bem pequeno, torcendo para que ele não quebrasse.

A mochila estava muito pesada. A corda atrapalhava, o facão atrapalhava. Estava com sede e não conseguia mais subir nem descer. A essa altura, o Vinícius já havia chegado ao cume. E eu ali, preso... Chamei umas duas vezes, mas ele não me respondeu. Esperei mais um pouco. Consegui tirar a mochila e colocar a corda mais acima de onde eu estava. Tive que abandonar o facão. Com muito esforço, consegui subir. Foi duro, mas havia chegado ao cume do Santo Inácio. Com uma sede insuportável, tomei um pouco de fôlego e comecei a descida. No meio do caminho, uma senhora que ficou esperando o grupo ofereceu um pouco de água. Foi a salvação!!!!! Aí, deu para continuar e chegar até o caldo de cana...

3ª Investida

Data: 15/07/2017
Participantes: Leandro do Carmo e Ary Carlos

Só mesmo deixando passar um tempo para poder esquecer o perrengue da última vez... Nesse dia, fomos eu e o Ary. Descemos pelo caminho bem precário. Talvez esse seja o maior problema dessa via. Teremos que melhorar esse acesso. Mas esse problema deixaremos para depois. O objetivo de hoje é terminar a conquista.

Depois de percorrer todo o trecho de aproximação, chegamos à base da via. O Ary seguiu na frente. Já não queria subir de novo. Passou pelos lances iniciais e  já no alto, eu subi até o último grampo que havia batido na última vez e passei o equipamento de conquista para ele. Dali, ele subiu e bateu mais um grampo. Bateu outro. O visual estava fantástico. Já deixamos a primeira parada duplicada. Parar nesse ponto, aos 25 metros aproximadamente, diminui o arrasto desse trecho inicial. Dali, ele foi subindo sem muitas dificuldades até o cume. Foram 7 grampos, sendo uma parada dupla, dando exatos 60 metros até o cume.

Subi logo em seguida e ainda tirei duas grandes lacas que estavam bem perigosas. Enfim havíamos finalizado a conquista. Essa via deu trabalho!

Outras Investidas


Para melhorar o acesso à base ainda fizemos dois mutirões. O último, onde consolidamos o caminho, foi realizado pela turma do CBM 2019. No dia 20/11/2019, fui com o Marcos Velhinho trocar o primeiro grampo que ficou mal batido e fazer o croqui, deixando a via pronta para escalar.



Por que o nome “Não tem Nome”? Sempre conversávamos sobre essa conquista... E sempre perguntavam qual o nome da via. De tanto falar que a via não tinha nome...

Vídeo da Conquista da Via Não tem Nome

Mais algumas fotos


Ary fazendo o primeiro lance 


Ary conquistando na terceira investida

Cume no dia que finalizamos a conquista da via


sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Todas as Trilhas de Maricá

Por Leandro do Carmo

Trilhas de Maricá

Lista com todas as trilhas de Maricá. Todas elas estão detalhadas no Guia de Trilhas de Niterói e Maricá, disponível para venda no em https://www.niteroiense.org.br/produto/guia-de-trilhas-de-niteroi-e-marica/



O Guia conta com aproximadamente 250 km de trilhas mapeadas e distribuídas em 13 setores nos municípios de Niterói e Maricá. São 57 roteiros com informações de como chegar, fotos do início da trilha e de pontos importantes, gráfico altimétrico, mapas topográficos e dados formatados de acordo com a nova classificação de trilhas da FEMERJ. Conta ainda com dados históricos e curiosidades sobre os locais das trilhas.
São 330 páginas no tamanho 16x23cm, com aproximadamente 450 fotos coloridas.

Autor: Leandro do Carmo
Editora Kimera

Além das trilhas do Parque Estadual da Serra da Tiririca, Niterói possui muitas outras, que estavam esquecidas e sem frequência há muitos anos, como por exemplo algumas trilhas do PARNIT. Já em Maricá, tivemos a oportunidade de detalhar e disponibilizar roteiros fantásticos. São cachoeiras, grutas, travessias, córregos, restingas, e muito mais.

Para comprar, acesse a loja do clube: https://www.niteroiense.org.br/produto/guia-de-trilhas-de-niteroi-e-marica/

Setor Calaboca

  • Grutas do Spar
  • Morro do Catumbi
  • Travessia da Serra de Itaitindiba
  • Travessia da Serra do Calaboca

Setor Centro

  • Alto Camburi
  • Morro do Buriche
  • Morro do Caju
  • Morro do Camburi - Rampa de Voo de Maricá

Inoã


  • Monte de São José de Imbassaí
  • Pedra de Inoã
  • Pedra do Macaco

Itaipuaçu


  • Circuito APA da Restinga
  • Morro da Peça
  • Pedra de Itaocaia

Ponta Negra


  • Circuito Ponta Negra

Silvado


  • Circuito do Silvado
  • Pedra do Silvado
  • Travessia Silvado x Espraiado

Espraiado

  • Circuito Alto Espraiado
  • Circuito do Pico Lagoinha
  • Circuito Serra Chuva x Alto Espraiado
  • Espraiado x Rampa de Sampaio Correa
  • Serra da Chuva
  • Travessia Espraiado x Tomascar


Todas as Trilhas de Niterói

Por Leandro do Carmo

Trilhas de Niterói

Lista com todas as trilhas de Niterói. Todas elas estão detalhadas no Guia de Trilhas de Niterói e Maricá, disponível para venda no em https://www.niteroiense.org.br/produto/guia-de-trilhas-de-niteroi-e-marica/



O Guia conta com aproximadamente 250 km de trilhas mapeadas e distribuídas em 13 setores nos municípios de Niterói e Maricá. São 57 roteiros com informações de como chegar, fotos do início da trilha e de pontos importantes, gráfico altimétrico, mapas topográficos e dados formatados de acordo com a nova classificação de trilhas da FEMERJ. Conta ainda com dados históricos e curiosidades sobre os locais das trilhas.
São 330 páginas no tamanho 16x23cm, com aproximadamente 450 fotos coloridas.

Autor: Leandro do Carmo
Editora Kimera

Além das trilhas do Parque Estadual da Serra da Tiririca, Niterói possui muitas outras, que estavam esquecidas e sem frequência há muitos anos, como por exemplo algumas trilhas do PARNIT. Já em Maricá, tivemos a oportunidade de detalhar e disponibilizar roteiros fantásticos. São cachoeiras, grutas, travessias, córregos, restingas, e muito mais.

Trilhas do Parque da Cidade

  • Circular dos Platôs
  • Morro da Viração via Cafubá
  • Morro da Viração via Parque da Cidade
  • Santo Inácio
  • Travessia Parque da Cidade x Cafubá
  • Trilha a Esquerda da Bifurcaçao Jaqueiras
  • Trilha Circular da Rampa Sul
  • Trilha Circular das Jaqueiras (Trilha da Velocidade)
  • Trilha Circular do Platô das Bikes
  • Trilha Colonial
  • Trilha das Ruínas
  • Trilha do Mirante da Lagoa
  • Trilha dos Blocos
  • Trilha dos Eucaliptos
  • Travessia Tupinambá
  • Circuito Temiminó
  • Ilha do Pontal
  • Trilha do Morro do Morcego

Trilhas do Parque Estadual da Serra da Tiririca - Darcy Ribeiro

  • Pedra do Cantagalo via Esmeraldas
  • Pedra do Cantagalo via Jacaré
  • Pedra do Cantagalo via Vila Progresso
  • Travessia Vila Progresso x Av. Central

Parque Estadual da Serra da Tiririca - Engenho do Mato

  • Caminho de Darwin
  • Córrego dos Colibris
  • Falésia do Peixoto
  • Mirante do Bairro Peixoto
  • Trilha do Mirante do Alto Colibri

Parque Estadual da Serra da Tiririca - Itacoatiara

  • Alto Mourão
  • Bananal
  • Costão e Pata do Gato
  • Platô do Camaleão

Parque Estadual da Serra da Tiririca - Itaipu


  • Circuito Itaipu
  • Ilha Mãe
  • Morro da Peça de Itaipu
  • Morro das Andorinhas

Parque Estadual da Serra da Tiririca - Várzea das Moças


  • Circuito Várzea das Moças
  • Trilha do Ouro
  • Várzea das Moças x Itaocaia Valley
  • Várzea das Moças x Engenho do Mato